 | Olá. Este é meu antigo bangalô virtual! | Sep 13, 2004 |

Passei o domingo sorvendo um pouco mais das culturas que existiram no continente americano, visitando a exposição "Por Ti América", trazida ao país pelo Banco do Brasil.Logo na entrada já dá para entender que vamos ver uma gama de culturas altamente sofisticadas que
floresceu nas Américas do Sul e Central há mais de cinco mil anos, como explica o próprio portal de divulgação, na entrada (que, ironicamente, fui proibido de fotografar!). Na foto ao lado, você pode ver um impressionante "poncho" ritual, feito de lã de lhama e penas de aves coloridas, com mais de 450 anos!
A foto não permite que vejamos os detalhes. Esse é um caso no qual ver a peça não pode se comparar a ver uma foto da peça.
Os
povos pré-colombianos eram numerosos, diversificados e expressavam seu
desenvolvimento intelectual no domínio da matemática, da astronomia, na
tecnologia metalúrgica, nas técnicas de irrigação, na manipulação
genética da agricultura e na codificação da linguagem em formas de
escrita não-alfabéticas, usadas desde o segundo milênio A.C.
A exposição acontece nos três primeiros andares do Instituto Culturao Banco do Brasil e mostra peças de ouro, de impressionante beleza.
De certo modo foi um domingo surpreendente, já que encontrei imagens e cerâmicas que já conhecia, das visitas feitas à Bolívia e ao Peru, para ir até Machu Picchu, mas também conheci muito do que restou de civilizações muito anteriores aos Incas.
 Por fim, o Banco do Brasil explica que "o rico
legado destes povos, pouco conhecido dos brasileiros, está exposto pela
primeira vez no Brasil na mostra Por ti América, que ocupa
quatro andares do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. O evento fecha uma trilogia que começou em 2003,
com a mostra Arte da África, em 2003, e seguiu com Antes - Histórias da Pré-história, em 2004."
Um dos objetos que mais me agradou foi um Quipu Inca, com mais de 500 anos. Os Quipus são fios semelhantes à barbantes, mas colorizados e marcados com nós especiais, com o sistema de contagem decimal, que os Incas usavam para contabilidade, estatística e para transmitir idéias e comunicar abstrações.
 
Como as pessoas que estão mais próximas de mim já sabem, estou reorganizando meu trabalho on-line. Por isso, estou separando os assuntos dos quais trato em diferentes blogs. Hoje, lancei um blog novo, dedicado somente ao tema de Mapas Mentais, uma técnica de gestão de idéias, conceitos, projetos, apresentações, roteirização... e muito mais coisas, completamente gráfico. Mapas Mentais são usados por produtores de TV e Cinema, repórteres, autores, grupos de criatividade e foco, administração de equipes e empresas, gestão de RH, estudantes, professores... para dizer a verdade, ainda não sei que não usaria...  Os Mapas Mentais podem ser feitos com ajuda de um computador ou apenas com uma folha de papel e canetas. Você quer conhecer o blog? O endereço é: http://aldonovakmapas.multiply.com/ Lembre-se de que se trata de um OUTRO blog do multiply, e se você é meu contato no blog anterior, isso NÃO signfica que estamos conectados lá. Se você desejar ficar por dentro do meu trabalho nesse novo blog, peça que eu conectarei você. Assim, qualquer informação sobre Mapas Mentais não aparecerá no meu blog antigo(este, no qual você está lendo isso).

O tempo passa, e continuo no Multiply. Testei outros blogs, mas não gostei dos resultados. Por isso, creio que você continuará a ler (se desejar, claro) meus posts por aqui.

Blog do Aldo:
São Paulo, Brasil, 8 de outubro de 2005
"Vá rápido o bastante para terminar o que você tem que terminar, mas devagar o bastante para fazer direito.".
Frase acima é de Ralph Marston. O texto, abaixo, de Aldo Novak
Para republicar este texto, leia explicação ao final deste boletim
Aquela frase
clássica, que diz que "o apressado come cru e quente", continua mais
atual do que nunca. Mas, agora, em uma época de ansiedade "moderna",
parece que é pecado ir devagar. Parece que, quando dizemos "estou trabalhando
nisso", todos ficam desapontados. Querem escutar "já terminamos isso". Os chefes
cobram velocidade, os clientes cobram velocidade, as empresas cobram velocidade.
Até você cobra velocidade de si mesmo, não cobra?
O curso de idiomas tem que ser rápido, ou não serve; a viagem para chegar
ao local no qual vamos descansar tem que ser rápida, esquecendo-nos de que o
caminho já é parte das férias; a dieta tem que ter resultados rápidos; o
namoro, noivado e casamento devem acontecer rápido, como em uma comédia
romântica; a refeição, claro, tem que ser rápida, na mais rápida fast food.
Todos cobram velocidade. Poucos cobram direção.
Nesse mundo,
no qual todos esperam que você seja como a lebre, lembre-se de colocar a lebre
sob o comando da tartaruga. Porque, de outro modo, sua vida entrará em uma
espiral de emergências, de coisas para ontem e das famosas "urgências
urgentíssimas". Então, sem aviso, a vida desaparece da nossa frente, seja a vida
de um ente querido ou alguém que trabalhava ao seu lado. Isso vem rápido.
Nesses momentos, nossa mente confusa costuma ficar lúcida. E questionamos
aquilo que deveríamos ter questionado todo o tempo: nossa direção.
Estou fazendo isso direito? Estou fazendo por um motivo? É isso o que eu
devo fazer, ou é melhor fazer outra coisa?
Nesses momentos, começamos a dar menos atenção aos que nos pressionam por
velocidade, e costumamos valorizar mais aqueles que se preocupam com a qualidade
dos nossos resultados de vida. Nessas horas, paramos para pensar, olhar e
conversar com as poucas pessoas que realmente importam, em nossa vida, e
deixamos os neuróticos e ansiosos de plantão falando sozinhos.
Sim, velocidade é muito importante. Devemos ser cada vez mais rápidos...
desde que estejamos na direção certa, fazendo direito a única coisa que devemos
fazer na vida: a própria vida. Como sugere Ralph Marston, "Vá rápido o
bastante para terminar o que você tem que terminar, mas devagar o bastante para
fazer direito."
Talvez seja hora de você aderir ao movimento da "slow food", comendo
devagar, passeando devagar e, na medida do possível, trabalhando devagar.
Ninguém vai gostar muito disso. Mas são eles ou você quem vai viver a sua
vida?
Claro que, infelizmente, há coisas que não podemos escolher. Geralmente,
somos forçados a dar velocidade, mesmo que com qualidade inferior, ou perdemos o
emprego. Mas o verdadeiro problema é quando tudo na nossa vida tem que ser
rápido, porque nós próprios entramos em um ciclo infinito de estresse e
velocidade. Você pode ser seu pior chefe.
O maior risco, não é a velocidade forçada pelo mundo, mas aquela que
você força sobre seu corpo, sua mente e sua vida.
Olhe menos para o relógio, e mais para sua bússola. Vá rápido o
bastante para terminar o que você tem que terminar, mas devagar o bastante para
fazer direito.
Aldo Novak, autor do texto, é coach & conferencista.
Diretor da Academia Novak do Brasil (http://www.academianovak.com.br)
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Leia Também os textos abaixo:
 | Start: | Feb 24, '06 12:00a | | End: | Mar 5, '06 12:00a |
Confirmada a Jornada Sagrada para Machu Picchu com o Light Coaching, dia 24 de fevereiro de 2006, durante as festividades de carnaval. E, no caminho até Machu Picchu, visitaremos também o Lago Titicaca, El Alto, Tambo Machay, os sítios arqueológicos de Tiawanaku, com a Porta do Sol, Saqsayhuaman, Sillustani e Pisac, a pirâmide de Ahapana (1.580 a.C.- 1.200 d.C.), a ilha e os índios de Los Uros, as belezas de Cuzco, o impressionante Valle Sagrado, o Templo do Amor em Ollantaytambo, Águas Calientes e muito mais! As informações sobre nossa viagem estão em http://www.academianovak.com.br/evento/jornadainca Durante dez dias cruzaremos três países, com a participação de Alcione Luiz Giacommiti, Mário "El Puma", Gerardo Arce, Eduardo Mamami e eu. Durante nossa jornada, acompanharei o grupo e manterei contato direto com cada participante, individualmente, seja no aeroporto, nas viagens, durante as refeições, ao visitarmos relíquias arqueológicas e poderosos ambientes naturais, sob as estrelas e em torno da fogueira. Juntos, conversaremos estrategicamente sobre sonhos, metas, objetivos, coerência, recursos pessoais, paixão, compromisso, disciplina, coragem, medo, humor, sorte, reação & resposta, saúde, relacionamento e caminhos. Será uma viagem inesquecível. Os participantes (30 pessoas) se encontrarão no Aeroporto Internacional de São Paulo. De lá, partiremos para El Alto, próximo de La Paz, primeira parada da nossa viagem. 
Blog do Aldo:
São Paulo, Brasil, 25 de setembro de 2005
AS COISAS NÃO MUDAM. NÓS MUDAMOS.
Frase acima é de Henry David Thoreau. O texto, abaixo, de Aldo Novak
Para republicar este texto, leia explicação ao final deste boletim
Talvez
o mundo mude amanhã. Mas isso não é provável. As mudanças no mundo são
lentas, apesar de toda a corrida que alguns de nós enfrentamos todos os
dias.
Ainda assim, seu mundo pode mudar
de modo impressionante, nas próximas 24 horas. Na verdade, pode mudar
na próxima hora. Porque tudo o que você está vendo, sentindo e tudo ao
que você está reagindo, o faz porque existe um mundo real e um mundo
"filtrado".
A forma como vemos o mundo é
chamada de "paradigma", palavra grega que foi "reapresentada" ao mundo
científico por Thomas Kuhn em seu livro "A Estrutura das Revoluções
Científicas"(1), que mostrou que todas as grandes revoluções
aconteceram devido a mundanças na forma de ver o mundo, na ruptura com
o modo como estávamos olhando para o universo. A ciência não mundou,
depois de Kuhn, nós mudamos.
Essa é a parte curiosa. Todos nós
filtramos o universo de acordo com nossas próprias expectativas,
crenças e princípios de vida. Por isso, uma mesma cena pode comover uma
pessoa e não causar absolutamente nada em outra. Cada uma delas teve
uma diferente reação àquilo que viu com um filtro mental diferente.
Stephen R. Covey, conta uma história que viveu no metrô de Nova York. Veja o que quero dizer:
"Eu
me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de
domingo, no metrô de Nova York. As pessoas estavam calmamente sentadas,
lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era
uma cena calma, tranqüila.
Subitamente
um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam
algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou
instantaneamente.
O
homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a
situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas
e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.
Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.
Ficou
impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele
pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos
incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para
perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A
certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle,
virei para ele e disse: – Senhor, seus filhos estão perturbando
muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:
–
Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa.
Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu
não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com
isso.
Podem
imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente,
eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas
de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha
irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou
meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele
homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente."
O mundo não mudou, não é? Mas você
mudou, ao ler o texto. Mudou de paradigma, e isso causou uma diferente
reação em seu corpo. Você e eu nunca vemos a realidade total. Vemos
apenas uma parcela dela, que selecionamos, em grande parte
inconscientemente.
A única prisão real que você têm,
está em cima dos seus ombros. E só você tem a chave mestra. Como
afirmava Henry David Thoreau: "as coisas não mudam; nós mudamos".
Aldo Novak,autor do texto, é coach & conferencista.
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Leia Também os textos abaixo:
 | Start: | Sep 17, '05 9:00a | | End: | Sep 18, '05 7:00p | | Location: | Prince Tower, R. Mamoré, 305 – Bom Retiro – São Paulo – SP |
Módulo 4 curso do curso de "Practitioner em PNL" a ser realizado no próximo final de semana, dias 17 e 18 de setembro de 2005. Instrutores: Walther Hermann e Terê Passarella Horários: das 9h às 19h Local: PRINCE TOWER – Fone no local: (11) 3335-2222 R. Mamoré, 305 – Bom Retiro – São Paulo – SP Esquina com a Rua Júlio Conceição 
Blog do Aldo:
São Paulo, Brasil, 12 de setembro de 2005
Tudo o que foi vivido
Novo livro de Rosana
"Tudo o que foi vivido,
Me preparou pra você
Não se ofenda com meus amores de antes
Todos tornaram-se pontes
Pra que eu chegasse a você... "
Assim começa o mais novo livro da jornalista, escritora e conferencista Rosana Braga.
O lançamento, que a Academia Novak ajudou a promover, aconteceu no
sábado, dia 10, em um espaço na Vila Madalena, em São Paulo. Com o título de "Alma Gêmea: Segredos de um encontro",
o livro já estava nas livrarias um dia antes do lançamento (fiquei até
tentado a comprar antes, mas preferi fazer isso no dia do lançamento).
Rosana e eu nos conhecemos há muitos anos (quando eu ainda era
professor de inglês, na cidade de Guarulhos, e ela era uma adolescente
que estudava, na mesma escola.
Muitos anos depois, nos reencontramos em um dos congressos Expomanagement, e descobrimos que trabalhávamos em áreas complementares.
Não demorou muito e os textos dela já estavam sendo publicados no site
da Academia Novak -- sendo, até hoje, alguns dos mais lidos.
Por isso, o sucesso de seus livros é algo previsível. Ainda assim, as
primeiras pessoas que "roubaram" meu exemplar para ler no domingo (eu
estava em outro evento, durante o domingo todo, e deixei minha cópia na
mesa da sala de treinamentos) cobriram o livro de elogios.
Muito bom sinal.
Raquel
e eu saímos com nossos exemplares autografados e, naturalmente,
tivemos nosso momento de fãs, fazendo nossas fotos com a autora, antes
que ela fique tão famosa que nem consigamos mais as fotos, nem
autógrafos. Até para fazer essas fotos foi preciso pedir um minuto para
a fila.

Durante o coquetel, tive a chance de encontrar a conferencista
Elaine Toledo, ao lado do marido, prestigiando o lançamento. Elaine é
palestrante na área de finanças pessoais -- se você não consegue lidar
com o seu dinheiro (ou a falta dele), ela pode ajudar muito.
Já temos dois workshops de Elaine marcados, na Academia, para o próximo
ano. O primeiro acontecerá nos dias 18 e 19 de fevereiro, enquanto o
segundo acontece nos dias 21 e 22 de outubro (de 2006). Tenho impressão
de que não vai demorar muito, para estarmos no coquetel de lançamento
de um livro dela, também.
Por outro lado, Rosana Braga participará de meu workshop "Perguntas e
Intenções que Unem Casais", ainda sem data marcada. Isso tornará o
workshop ainda mais interessante e poderoso. Além disso, Rosana e eu
estamos desenvolvendo uma viagem chamada "Jornada Sagrada do Amor",
cujos detalhes serão divulgados no primeiro semestre de 2006, logo
depois que eu voltar da nova viagem para Machu Picchu.
Aliás, essa nova viagem para Machu Picchu será oficialmente divulgada nos
próximos dias. Já estou recebendo vários telefonemas e uma tonelada de
e-mails de pessoas interessadas em participar.
Estou respondendo pessoalmente para cada uma das pessoas interessadas, motivo pelo qual essas respostas podem demorar um pouco.
Esse problema de tempo não é fácil. Semana passada, não consegui me
encontrar com uma amiga, a atriz e apresentadora Bianca Rossini (http://www.biancarossini.com)
que estava em São Paulo, mas mora em Beverly Hills, nos Estados Unidos,
vindo muito pouco para cá. A agenda dela, e minha, simplesmente não
"batiam".
Bianca (que já trabalhou em séries como Chicago Hope, The Sentinel, The
Bold and the Beautiful...) e escreveu o livro "Julia", está por
aqui por pouco tempo, mas mesmo assim não conseguimos conciliar os
horários dela e os meus.
Tanto a fazer... e tão pouco tempo!
Podia ser pior. Eu podia ter tempo demais, mas nada para fazer nesse tempo. Certamente, não posso reclamar.

Aldo Novak
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Leia Também os textos abaixo:
 | Start: | Sep 10, '05 6:00p | | End: | Sep 10, '05 10:00p | | Location: | Espaço Villa do Frade - Rua Fradique Coutinho, 1379, Vila Madalena – SP, (11) 3814-2848 |
Coquetel de Lançamento e noite de autógrafos do livro "Alma Gêmea: Segredos de Um Encontro" de Rosana Braga 10 de setembro, sábado 18h00 - 22h00 Coquetel e noite de autógrafos Espaço Villa do Frade.  | Category: | Movies | | Genre: | Drama |
O mais recente lançamento da Globo Filmes, 2 Filhos de Francisco - A história de Zezé di Camargo e Luciano, é um filme excelente. Assista sem receio.
O cinema nacional deixou, há muito tempo, de ser o amadorismo de "uma câmera na mão e uma (péssima) idéia na cabeça". Filmes impressionantes como Olga (que não concorreu ao Oscar por incompetência da distribuidora), mostraram que a indústria brasileira está no pé das outras indústrias cinematográficas do mundo.
Em termos de qualidade, naturalmente, não quantidade.
E qualidade é uma marca do filme "2 filhos de Francisco". Se você espera um filme "caipira", pode tirar o cavalo da chuva. Também não é apenas um filme promocional da dupla sertaneja (filmes promocionais são como aqueles que Elvis Presley fazia, no qual o que menos importa são as estórias -- o que queremos, mesmo, é ver Elvis cantando). Não é o caso de 2 Filhos de Francisco.
Esse é para os fãs e para quem nunca comprou, nem vai comprar, um CD da dupla. Mesmo que você deteste esse gênero musical, vai ser difícil não gostar de 2 Filhos de Francisco. É um filme completo, com drama, humor, alegria, coragem e diversão.
Embora esse longa metragem trate do nascimento da dupla Zezé di Camargo e Luciano, na verdade o que vemos é um drama humano (positivo) com uma estrutura narrativa excepcionalmente alegre e bem feita, apesar da rudeza com que a vida trata quem está tentando sobreviver. Trata-se de uma história real e, por isso, mostra dores e sofrimentos (como sofrimentos que existem na vida de todos nós), mas mostra, também, como uma família de retirantes sempre conseguiu transformar limão em limonada.
Para mim, que trabalho mostrando para as pessoas que "a força está na decisão focada, seguida de ação positiva consistente", é delicioso assistir uma história na qual os personagens decidem, focam e AGEM para transformar as circunstâncias em realidade. Seja qual for essa circunstância.
O longa metragem, 2 filhos de Francisco, da Conspiração Filmes, não é aqueles dramalhões mal produzidos que faz com que você saia do cinema querendo se atirar da primeira janela, deprimido. Ao contrário: é um filme que até parece a "jordada do herói" classica, com tempestades pelo caminho mas um final "para cima", que faz valer o dinheiro que você pagou na entrada. Mais do que isso, é um filme que mostra A ÚNICA forma de vencer consistentemente:
DECIDA-AJA-VERIFIQUE... MUDE... DECIDA-AJA-VERIFIQUE...
Isso vale para a dupla sertaneja, para o pequeno empresário, para a dona de casa, para o estudante, para o projetista, para o inventor, para o escritor e por ai vai. O filme é uma representação perfeita disso.
*** A propósito, se você for como eu, e gostar de ficar no cinema lendo os créditos finais, notará uma frase de Zezé di Camargo destacando o fato que que não basta sonhar, mas que todo sonho deve ser seguido de ação. Acho que ele não precisa de um coach. Um cliente a menos :-)))
Há aqueles que vão jurar de pés juntos que tudo depende de sorte, na vida. Só esquecem de perguntar o que é a sorte. Se verificarem, notarão que a sorte é o encontro da oportunidade com a preparação. Uma delas, sem a outra, não funciona. Mas oportunidades são aleatórias, enquanto a preparação depende unicamente de você.
Você tem que se preparar durante muito tempo, sem que tenha NENHUM resultado aparente, até que surja a oportunidade (e você precisa estar de olhos bem abertos, para não perde-la, claro).
Você verá que Zezé di Camargo (cujo nome real é Mirosmar) sempre foi criado pelo pai para ser cantor sertanejo. Aos 11 anos, Mirosmar ganhou do pai um acordeão, e seu irmão, Emival, um violão. "Seu" Francisco gastou todo o dinheiro da colheita para comprar os instrumentos para os filhos.
As conseqüências disso, você terá que assistir para saber.
O roteiro é de Patrícia Andrade e Carolina Kotscho. A direção é de Breno Silveira, que têm um histórico de direção de TV em especiais musicais e videoclipes (ganhou mais de dez MTV Awards). Em 2000 esteve à frente do documentário Amyr Klink - Mar Sem Fim, exibido no GNT e no programa Globo Repórter, da TV Globo. Daniel Filho e Paula Lavigneé são produtores associados.
Quer um excelente programa no cinema, para fugir das boçalidades que pipocam por ai? Vá assistir 2 filhos de Francisco. A trilha sonora é de Caetano Veloso e Zezé Di Camargo.
Nota dez.
Aldo Novak
------------
Direção Breno Silveira
Produzido por Luciano Camargo Leonardo Monteiro de Barros Luiz Noronha Pedro Buarque de Hollanda Pedro Guimarães Rommel Marques Emanoel Camargo Breno Silveira
Produtor Associado Daniel Filho
Produtora Associada Paula Lavigne
Roteiro Patrícia Andrade e Carolina Kotscho
Colaboração de Roteiro Luciano Camargo Domingos de Oliveira Breno Silveira
Direção de Fotografia André Horta e Paulo Souza (Paulão) Montagem Vicente Kubrusly
Produção Executiva Marcos “Tim” França
Produtora Delegada Cláudia Braga
Direção de Produção Luiz Henrique Fonseca
Direção de Arte Kiti Duarte
Figurinos Cláudia Kopke
Maquiagem Martín Macías Trujillo
Som Direto Valéria Ferro e Renato Calaça
Edição de Som Alessandro Laroca
Mixagem Armando Torres Jr.
Trilha sonora Caetano Veloso e Zezé Di Camargo Produção de Trilha Sonora Berna Ceppas César Augusto Moreno Veloso
Música Incidental Berna Ceppas e Jaime Allem
Preparação do Elenco Lais Corrêa
Produção de Elenco Ciça Castello
Empresas Produtoras ZCL Produções Artísticas Conspiração Filmes
Empresas Co-produtoras Columbia TriStar Filmes do Brasil Globo Filmes
 
Blog de Viagem:
Machu Picchu, Perú, 21 de agosto de 2005
Obrigado por ter viajado conosco, mesmo que virtualmente A
partir de agora, começo a preparar nossa viagem de fevereiro do ano que
vem, durante os feriados de carnaval. Venha comigo para Machu Picchu!
Hoje, termino de publicar nossos posts da viagem para Machu Picchu 2005.
Não foi fácil, tentar usar a internet de hotéis, cybercafés e, por fim,
escrever em meu caderno de notas para transferir para internet, ao
obter uma conexão disponível. Mas valeu a pena. É a primeira vez que
tenho um registro de uma de minhas viagens.
Um registro parcial, naturalmente.
Havia 25 pessoas em nosso grupo, mas você apenas leu 1 blog. Portanto, foi apenas a minha
percepção da viagem. Há, pelo menos, 25 outras percepções que seriam
interessantes. Mas, como fazer blogs de viagem ainda não é muito comum
(no Brasil), acho que você terá que ficar mesmo apenas com o que achei,
de nossa Jornada Sagrada ao Império Inca. Uma pena.

Dependendo da data na qual você ler este post, eu já terei chegado ao Brasil, mas estarei
incomunicável até o dia 5 e 10 de setembro, colocando em ordem meus
trabalhos. Especialmente, tenho que acertar detalhes dos workshops com
Walther Hermann (divulgarei as novas datas em breve) e com outros
parceiros da Academia Novak.
Mas quero agradecer muito aos que me acompanharam nessa jornada de
autoconhecimento. Claro que eu não disse tudo, no blog. Na verdade,
você só teve acesso a uma pequena parte do que aconteceu. Muito pequena.
Foram momentos especiais. Alguns pude representar em fotos, minhas ou de nossos participantes. Outros, apenas em minha memória.
Momentos captados pelas lentes, como em Pisac, com as crianças cantoras...

ou com Viviani Bovo, ensinando autocinética para o grupo em El Alto, o mais alto povoado permanente do planeta, nos Andes, quando estávamos próximos ao céu...

... ou, ainda, quando navegamos pelo Titikaka, em barcos feitos de totora, para conhecer os índios da
ilha de Los Uros e ganhamos os deliciosos abraços dos filhos dos que vivem lá há séculos,...



... assim como quando visitamos Cuzco, seus deliciosos restaurantes e sua história de
resistência à colonização, com suas românticas ruas e alamedas. À noite,
seus mistérios... de dia, sua energia de vida...


... e seus belíssimos templos que visitamos, como o de Saqsayhuaman, à noite, com nosso guia, o Xamã
Mário El Puma; quanto mais conhecíamos sobre os Incas, mais nossa
união aumentava.

E, claro, o sítio arqueológico de Pisac, quando encontramos crianças lutando para sobreviver,
enquanto enfrentávamos o vento frio que cortava a montanha.

Imagens da nossa descida pelo Valle Sagrado. Tão lindas que somente as fotos podem mante-las em nossa memória.

Momentos de descoberta individual. E momentos de descontração.

Momentos de frio, agasalhados ... momentos de calor, com camisetas e brincadeiras e até água...

Momentos sagrados. Internos. Reflexivos.


Ou momentos da mais pura diversão.

Momentos de abraços, encontros, integração.


Mesmo quando cada um de nós precisou de um momento de completa
solitude. Ou por escolha, ante a paisagem de Machu Picchu, ou por dever
de ofício, perdido e exausto em um mar de malas do nosso grupo, antes
do embarque, esses momentos estavam lá.
Acima de tudo, momentos de VIDA. Momentos muito mais significativos do
que passar 10 dias diante da TV, da internet ou repetindo as mesmas reclamações, fazendo de conta que estamos vivendo.
Tudo foi importante. Nada se perdeu, nessa jornada. Mas nada pode
ser
repetido. Não teremos "reprise" desses momentos únicos. Momentos
engraçados, ou estranhos. Curiosos, ou amorosos. Podemos até ter
jornadas assemelhadas, mas jamais iguais. Esse grupo nunca mais se
reunirá da mesma forma, no mesmo lugar, enquanto o universo existir.
Isso define muito do que vivemos.
Várias coisas, por motivos de privacidade dos participantes, ou por
fazerem parte de atividades que não devem ser abertas, mantive somente
para quem lá esteve.
A todos eles, que lá estiveram, e à você, que nos acompanhou virtualmente, meu muito obrigado.
Tentei passar, no curso desses dez dias, algumas experiências que julguei interessantes para todos nós.

Espero ter conseguido entreter você e, ao mesmo tempo, ajudar aqueles
que queiram visitar Machu Picchu, por conta própria, ou em nossa próxima viagem (que
acontecerá em fevereiro de 2006), a terem uma
visão mais clara da viagem, do que fazemos, de como é nosso roteiro e da
preocupação que temos com alguns detalhes da viagem.
Se desejar participar, ligue para Alcione Luiz Giacomitti ou para mim,
ou envie um e-mail para jornadasagrada@academianovak.com.br pedindo
informações sobre como ir conosco. O número de vagas é limitado
e, certamente, estaremos com lotação esgotada muito antes da data da
viagem (como aconteceu dessa vez). Sugiro que você não deixe para a última hora (até porque,
inscrevendo-se antes, pode dividir em várias parcelas).
O programa completo da viagem está em http://www.academianovak.com.br/evento/jornadainca/
Ano passado, recebi vários telefonemas e e-mails de pessoas
interessadas em ir, mas que estavam com medo. Perguntavam: "vamos
dormir no deserto ou em pousadas?" -- nenhum dos dois, apenas hotéis;
"os hotéis têm banheiros no quarto, ou no corredor?" -- sempre nos
quartos. "Qual o nível dos hotéis" -- sempre os melhores da região,
começando com um cinco estrelas em La Paz. Em Águas Calientes não há hotéis de padrão elevado, mas ficamos no melhor da cidadela.
"Teremos comida?" -- sim, todas as refeições já estão inclusas, bem como
taxas em aeroportos, embarque e visita em todos os parques, templos e
museus.
Você só precisa colocar a mão na carteira se desejar comprar
lembranças, durante a viagem. Todo o principal, está incluso.
Naturalmente, se você tem alguma restrição alimentar, precisa checar
conosco antes, sobre a possibilidade de ter suas refeições garantidas.
Gosto de trabalhar assim, "all included", para que meus clientes (que
se tornam amigos) não tenham preocupações desnecessárias em outro país.
Enfim, acho que para você, que leu todos os posts do blog, ficou claro
que não vamos caminhar pelas montanhas por 48 quilômetros, não é? (sim,
algumas pessoas fazem esse caminho, a pé. Não é nosso caso ).
O que você acha de vir comigo, e com a equipe de Alcione Giacomitti, em
fevereiro do próximo ano? Será durante o carnaval, e se você se
inscrever agora, garante os preços atuais (os preços devem subir em
breve).
As vagas já estão abertas e já temos as primeiras inscrições.
A próxima viagem será um pouco diferente. Teremos um programa de
atividades alteradas, da Academia Novak, e não vou aplicar coaching ao grupo. Mas isso será explicado mais tarde!
A partir de agora, esse blog volta a publicar meus posts pessoais,
sobre assuntos diversos, inclusive minhas conferências, meus poemas
rascunhados e as viagens que promovo no Brasil. Também volto a publicar
meus newsletters motivacionais (assine, enviando um e-mail para
assinar-academianovak@grupos.com.br). Em breve teremos
algumas viagens para as cidades de Ilhabela e Campos do Jordão.
Espero que você tenha gostado desses momentos. Aqui, sozinho agora,
posso dizer que gostei muito. Não apenas pelo lugar, mas pelo resultado
das pessoas que nos acompanharam.
Porque, no fundo, o melhor lugar do mundo pode nos dar a pior
experiência, dependendo das pessoas que estão conosco. E o pior lugar
do mundo pode virar um paraíso, também dependendo das pessoas que estão
conosco.
As pessoas são, muito frequentemente, a mais importante diferença.

Espero que você tenha gostado das notícias que publiquei no blog.
Um grande abraço, direto do povoado de Águas Calientes, em Machu Picchu, para você, que esteve
comigo nessa jornada sagrada ao Império Inca e ao reinado do Deus Sol.
Aldo Novak
Coach e conferencista
Todas as fotos desse blog tiveram o patrocínio de Baggio Technology. Por isso, um agradecimento especial ao meu amigo, Fred Baggio. Além disso, meus sites são mantidos por Luiz Aleagi, do PHPNuke.Org.br
Se não houvesse alguém se preocupando com meus sites, enquanto viajo,
seria impensável sair do Brasil. Por isso, também para ele, meu muito
obrigado.
Stop And Go Turismo Ltda -
EMBRATUR 145341-1
 
Blog de Viagem:
Machu Picchu, Perú, 19 de agosto de 2005
Meus amigos, apresento Machu Picchu
A Cidade Perdida Um impressionante monumento erguido pela civilização Inca
Machu Picchu
Acordamos cedo, separamos roupas leves e nos encontramos no lobby do
hotel. Mário pediu que levássemos capas de chuva, pois poderia chover
em Machu Picchu. Resultado: todos fomos comprar capas, ao lado do
hotel. Trinta minutos depois, estávamos no ônibus que leva até a Cidade
Perdida. Felizmente, não choveu enquanto estivemos lá, mas o tempo fechou pouco antes de voltarmos.
O ônibus gastou quase meia hora entre Águas Calientes e Machu Picchu,
subindo a montanha por meio de uma estrada em zig-zag, que lembra as
estradas brasileiras que vão para o litoral, no sudeste e sul do Brasil. Ainda
assim, a estrada é boa e calma.
Do lado de fora da janela, podemos ver as montanhas que cercam a
cidadela e fico imaginando a dificuldade que deve ter sido, para os
Incas, construírem algo tão alto. E compreendo porque seria uma
fortaleza invencível para os espanhóis, que jamais sequer encontraram
esse lugar, em sua brutal tentativa de "cristianizar" os mais de 20
milhões de incas -- na verdade, o que eles queriam era apenas roubar o
ouro e conseguir escravos, para sua colonização. Religião, como sempre,
foi apenas a desculpa dos invasores.
08h30: Chegamos. A partir de agora, tenho um problema. Tirei mais de
300 fotos e somente uma dúzia entrarão nesse blog. Perdoe-me, portanto,
a edição. Estou, além disso, incluindo fotos tiradas por outras
pessoas do grupo.
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